A MONTANHA DA VIDA
A vida pode ser comparada à conquista de uma montanha. Como a vida, ela possui altos e baixos. Para ser conquistada, deve merecer detalhada observação, a fim de que a chegada ao topo se dê com sucesso.
Todo alpinista sabe que deve ter equipamento apropriado. Quanto mais alta a montanha, maiores os cuidados e mais detalhados os preparativos.
No momento da escalada, o início parece ser fácil.
Quanto mais subimos, mais árduo vai se tornando o caminho.
Chegando a uma primeira etapa, necessitamos de toda a força para prosseguir. O importante é perseguir o ideal: chegar ao topo.
À medida que subimos, o panorama que se descortina é maravilhoso. As paisagens se desdobram à vista, mostrando-nos o verde intenso das árvores, as rochas pontiagudas desafiando o céu. Lá em baixo as casas dos homens tão pequenas...
É dali, do alto que percebemos que os nossos problemas, aqueles que já foram superados, são do tamanho daquelas casinhas.
É aí que precisamos de um amigo para nos auxiliar.
Podemos estar machucados, feridos ao ponto de não conseguir, por nós mesmo, sair do lugar. O amigo vem e nos curam os ferimentos.
Estende-nos as mãos, puxa-nos e nos auxilia a continuar a escalada. Os pés e as mãos vão se firmando, a corda nos prende ao amigo que nos puxa para a subida.
Na longa jornada, os espaços acima vão sendo conquistados dia a dia.
Por vezes, o ar parece tão rarefeito que sentimos dificuldades para respirar. O que nos salva é o equipamento certo para este momento. Depois vem a tempestade de neve, os ventos gélidos que são os problemas as dificuldades que ainda não superamos.
Se escorregamos numa ladeira íngreme, podemos usar as nossas habilidades para parar e voltar ao curso original.
Se caímos num buraco que estava coberto de neve, sabemos a técnica para nos levantar sem torcer o pé e sem machucar quem esteja por perto.
Para a escalada da montanha da vida, é preciso aprender a subir e descer, cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem. Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem, até chegar ao topo da montanha.
Para os alpinistas, os mais altos picos são os que mais os atraem. Eles desejam o topo e se esmeram.
Preparam-se durante meses. Selecionam equipe, material e depois se dispõem para a grande conquista. Façamos assim nas nossas vidas .
sexta-feira, 20 de junho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008

AUTODIAGNÓSTICO: TESTE SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Denize Dutra - Consultora do Instituto MVC.
Sou uma pessoa...
1) ...que persiste quando está frente a um novo desafio, não desistindo nas primeiras dificuldades ...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais
2) ...que procura se colocar no lugar do outro, sendo compreensiva em relação aos momentos difíceis de outra pessoa...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais
3) ...que consegue manifestar suas emoções de acordo com as pessoas, situações e o momento oportuno...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais
4) ...que consegue controlar suas emoções, mantendo a calma nos momentos difíceis...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais
5) ... que tem uma visão realista de si mesmo, com adequada percepção de suas potencialidades e limitações...
( )Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais
6) ...que consegue superar seus sentimentos de frustração quando alguma coisa não dá certo, procurando aprender com as experiências negativas...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais
7) ...que quando tem alguma dificuldade com outra pessoa, procura conversar diretamente com ela, evitando fofocas e mal entendido ...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais
8) ... que é muito difícil perder a paciência com as pessoas de que gosto. Se perco, logo recupero e me arrependo de ter perdido…
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais
9)... que consegue expressar suas opiniões de forma clara e percebe que é ouvida com atenção ...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais
10) ... que se sente segura diante das outras pessoas...
( ) Sempre
( ) Quase sempre
( ) Às vezes
( ) Raramente
( ) Jamais
1
Raramente
Raramente
2
Às vezes
Às vezes
3
Quase sempre
Quase sempre
4
Sempre
5
Sempre
5
41 a 50 pontos = Sua INTELIGÊNCIA EMOCIONAL é bastante alta. Você não deve ter dificuldades para fazer amigos, e nem de relacionar-se com os outros de forma bem harmoniosa e produtiva.
31 a 40 pontos = Sua INTELIGÊNCIA EMOCIONAL é bastante desenvolvida , mas se você aprender a observar atentamente as pessoas poderá desenvolvê-la ainda mais.
21 a 30 pontos = Sua INTELIGÊNCIA EMOCIONAL precisa "deslanchar" . Converse um pouco mais consigo mesmo, ouça o que os outros dizem com sinceridade de você. Treine seus sentimentos de empatia e aprenda a observar com mais respeito os defeitos de outras pessoas.
11 a 29 pontos = Seu grau de empatia e relacionamentos não é bom. Procure ouvir mais e falar menos. Saiba gostar até mesmo de particularidades que outras pessoas apresentam e que você critica.
10 pontos ou menos = Sua INTELIGÊNCIA EMOCIONAL é bastante baixa. Procure compartilhar mais seus sentimentos e idéias Acredite que melhorar seus relacionamentos não é difícil, mas exige trabalho persistente, e muita disponibilidade para o outro.
Procure aprender com todas as experiências , mesmo que sejam negativas, evitando repetir situações que promovam frustrações.
Analise com atenção e veja exatamente quais são ospontos que você pode aprimorar !Pense de que forma estes aspectos podem estar causando impactos positivos ou negativosno seu desempenho profissional e suas relações com o MUNDO !
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Empatia
Um ancião que estava para morrer procura um jovem e narra uma história de heroísmo:
Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e proteção.
Quando já estavam chegando a um lugar seguro, este homem decidiu traí-lo e entregá-lo ao inimigo.
E como você escapou? – pergunta o jovem.
Não escapei; eu sou o outro, sou aquele que traiu – diz o velho. Mas, ao contar esta história como se fosse o herói, posso compreender tudo o que ele fez por mim.
A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, esta ação de nos colocar no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.
A empatia nos torna menos orgulhosos e egoístas, pois faz com que pensemos não só em nossos pontos de vista - em como estamos nos sentindo, mas também na vida alheia, no que se passa no íntimo de alguém.
Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreensão torna-se mais fácil de ser alcançada, e nossos corações sentem-se mais aptos a perdoar.
Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva, e de evitar a vingança.
Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaixão, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do próximo.
Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em família para realizar nosso crescimento.
Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irmãos, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.
A empatia nos torna mais humanos, mais próximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.
Passamos a analisar a vida através de outros pontos de vista, de outros ângulos; e, assim, nos tornamos mais sábios, mais maduros.
O hábito de colocar-se no sentimento de alguém, é um grande recurso de que dispõe o homem novo para suas conquistas espirituais elevadas.
O coração que se isola, que vê somente o que seus olhos permitem e não partilha da vida de seu próximo, está estacionado nas trilhas do tempo.
É chegado o momento das grandes modificações, das grandes revoluções no interior do homem, e a empatia está lá, como excelente agente de transformação moral.
Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e proteção.
Quando já estavam chegando a um lugar seguro, este homem decidiu traí-lo e entregá-lo ao inimigo.
E como você escapou? – pergunta o jovem.
Não escapei; eu sou o outro, sou aquele que traiu – diz o velho. Mas, ao contar esta história como se fosse o herói, posso compreender tudo o que ele fez por mim.
A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, esta ação de nos colocar no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.
A empatia nos torna menos orgulhosos e egoístas, pois faz com que pensemos não só em nossos pontos de vista - em como estamos nos sentindo, mas também na vida alheia, no que se passa no íntimo de alguém.
Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreensão torna-se mais fácil de ser alcançada, e nossos corações sentem-se mais aptos a perdoar.
Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva, e de evitar a vingança.
Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaixão, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do próximo.
Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em família para realizar nosso crescimento.
Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irmãos, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.
A empatia nos torna mais humanos, mais próximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.
Passamos a analisar a vida através de outros pontos de vista, de outros ângulos; e, assim, nos tornamos mais sábios, mais maduros.
O hábito de colocar-se no sentimento de alguém, é um grande recurso de que dispõe o homem novo para suas conquistas espirituais elevadas.
O coração que se isola, que vê somente o que seus olhos permitem e não partilha da vida de seu próximo, está estacionado nas trilhas do tempo.
É chegado o momento das grandes modificações, das grandes revoluções no interior do homem, e a empatia está lá, como excelente agente de transformação moral.
Reflitam!
Postado p Very Paz.

Fácil e difícil
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que se expresse sua opinião...Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.
Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma... Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que se expresse sua opinião...Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.
Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma... Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece.
Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar...Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Fácil é ditar regras e,Difícil é segui-las...
Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar...Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Fácil é ditar regras e,Difícil é segui-las...
Título original: Reverência ao destino (Carlos Drummond de Andrade)
PARA AS MINHA COLEGAS, DO CAMPUS VASCO DA GAMA
,BEIJOS
ADRIANA BARRETO
SOMATIZAÇÃO

Somatização, segundo sua definição contemporânea, criada por Zbigniew Lipowski (1924-1997), é "a tendência a experimentar e comunicar sofrimento somático em resposta a estresse psicossocial e buscar auxílio médico por isso".
O termo foi gerado pela tradução cientificista em inglês do termo alemão Organsprache ("fala dos órgãos"), originalmente criado por Wilhelm Stekel (1868-1940) no início do Século XX, e que podia representar tanto a manifestação física com lesões orgânicas quanto sintomas físicos sem explicação médica, desde que gerados por conflitos psicológicos inconscientes.
O termo foi gerado pela tradução cientificista em inglês do termo alemão Organsprache ("fala dos órgãos"), originalmente criado por Wilhelm Stekel (1868-1940) no início do Século XX, e que podia representar tanto a manifestação física com lesões orgânicas quanto sintomas físicos sem explicação médica, desde que gerados por conflitos psicológicos inconscientes.
Freqüentemente a palavra somatização é utilizada dentro desta definição por diversas disciplinas da Psicologia.
No final do mesmo século, a definição de somatização, na Psiquiatria, voltou-se principalmente para sintomas físicos inexplicáveis, abandonando o conceito de doenças físicas de origem psíquica (as chamadas doenças psicossomáticas). O termo vem sendo recentemente contextado por exigir explicitamente uma origem psicossocial. Embora, em geral, causas desta natureza estejam presentes diante de queixas inexplicáveis, há uma minoria de casos onde estas não podem ser evidenciadas. Assim, existe uma tendência recente na literatura internacional sobre o assunto em usar o termo sintomas físicos sem explicação médica (SEM).
No final do mesmo século, a definição de somatização, na Psiquiatria, voltou-se principalmente para sintomas físicos inexplicáveis, abandonando o conceito de doenças físicas de origem psíquica (as chamadas doenças psicossomáticas). O termo vem sendo recentemente contextado por exigir explicitamente uma origem psicossocial. Embora, em geral, causas desta natureza estejam presentes diante de queixas inexplicáveis, há uma minoria de casos onde estas não podem ser evidenciadas. Assim, existe uma tendência recente na literatura internacional sobre o assunto em usar o termo sintomas físicos sem explicação médica (SEM).
AUTOCONSCIÊNCIA
Autoconsciência é um objetivo a ser atingido mas exige treino diário, dedicação integral. Devemos julgar conscientemente o mais que pudermos. Tudo que existe ao nosso redor deve ser objeto de emissão de um juízo crítico de nossa parte. O pensamento mantido e concentrado, a atenção focada durante a vida cotidiana deve ser um hábito cultivado por todos aqueles que desejam se manter conscientes em todas as dimensões e não somente aqui, na dimensão física.
Outro efeito da sonambulização é fazer o homem pensar que tudo termina aqui, nessa dimensão mais densa, como um computador que fica velho e é jogado no lixo por apresentar defeitos no processador.
Somos muito mais do que o corpo denso através do qual nos manifestamos aqui, somos mais do que as nossas energias do corpo energético, ou duplo etérico ou holochacra, somos a consciência ou ego que se manifesta através desses veículos e, como a consciência é multifacetada , nosso objetivo deve ser trabalhar cada uma de nossas facetas, caminhando radialmente(em todas as direções) para uma maturidade integral da consciência.
O primeiro passo é a busca do autoconhecimento multidimensional ou seja, entendermos nosso aqui-agora multidimensional para podermos responder as perguntas mais básicas: O que estamos fazendo aqui? Quem somos? De onde viemos? Porque neste País? Nesta cidade? Com estes pais? Com esta família? Com estes amigos? Com estes colegas de trabalho? Com esta mulher? Com este marido? Com estes filhos?
A maneira mais inteligente de encontrar respostas para estas perguntas é através das Experiências Fora do Corpo - EFC’s ou Projeções da Consciência ou Viagem Astral, de forma lúcida, consciente e diária, para que tenhamos acesso a nossa memória de vidas anteriores que nos ajudará a compor o mosaico da atual existência.
Somente desta forma poderemos eliminar de vez a depressão e a melancolia e buscarmos o trinômio motivação-trabalho-lazer que, certamente, nos colocará de volta nos trilhos da nossa programação existencial.
Outro efeito da sonambulização é fazer o homem pensar que tudo termina aqui, nessa dimensão mais densa, como um computador que fica velho e é jogado no lixo por apresentar defeitos no processador.
Somos muito mais do que o corpo denso através do qual nos manifestamos aqui, somos mais do que as nossas energias do corpo energético, ou duplo etérico ou holochacra, somos a consciência ou ego que se manifesta através desses veículos e, como a consciência é multifacetada , nosso objetivo deve ser trabalhar cada uma de nossas facetas, caminhando radialmente(em todas as direções) para uma maturidade integral da consciência.
O primeiro passo é a busca do autoconhecimento multidimensional ou seja, entendermos nosso aqui-agora multidimensional para podermos responder as perguntas mais básicas: O que estamos fazendo aqui? Quem somos? De onde viemos? Porque neste País? Nesta cidade? Com estes pais? Com esta família? Com estes amigos? Com estes colegas de trabalho? Com esta mulher? Com este marido? Com estes filhos?
A maneira mais inteligente de encontrar respostas para estas perguntas é através das Experiências Fora do Corpo - EFC’s ou Projeções da Consciência ou Viagem Astral, de forma lúcida, consciente e diária, para que tenhamos acesso a nossa memória de vidas anteriores que nos ajudará a compor o mosaico da atual existência.
Somente desta forma poderemos eliminar de vez a depressão e a melancolia e buscarmos o trinômio motivação-trabalho-lazer que, certamente, nos colocará de volta nos trilhos da nossa programação existencial.
''PROJETO SALVADOR CIDADE DA LETRAS"

Salvador Cidade das Letras é um programa de alfabetização de jovens e adultos, que em parceria com o BRASIL ALFABETIZADO do MEC, pretende cadastrar 30.000 pessoas não alfabetizadas para num período de 8 meses participarem do processo de alfabetização, desenvolvido em três módulos pedagógicos e um módulo com enfoque para qualificação do trabalho, através de oficinas profissionalizantes.
Os professores/alfabetizadores são cadastrados através do SIMM – Serviço de Intermediação Municipal de Mão de Obra - , e selecionados pela SMEC – Secretaria Municipal de Educação e Cultura- para atuarem em 262 bairros de Salvador, perfazendo um total de 1.200 turmas de alfabetização.
Essa ação, fortalece a política pública da Educação de Jovens e Adultos do sistema municipal numa iniciativa que prioriza a inclusão daqueles que não tiveram acesso à escola na idade adequada, assegurando-lhes a garantia da continuidade dos estudos na rede pública municipal. O Programa Salvador Cidade das Letras, reafirma o compromisso da gestão municipal com a cidade educadora, pois “Poder viver em uma cidade que educa onde todos além de saberem ler e escrever, se tornem usuários da língua escrita, usufruindo dos espaços educativos da comunidade representa o direito de todos e todas a formação para e pela cidadania.
O PROJETO ESTA EM VIGOR EM NOSSA CIDADE , A QUASE 5 ANOS. HAVENDO VÁRIAS IRREGULARIDADES, PRINCIPALMENTE NO ANO DE 2007, QUE ERA PARA TER COMEÇADO NO MÊS DE OUTUBRO , VINDO A FUNCIONAR NO MÊS DE MAIO DE 2008.
O PROJETO ESTA EM VIGOR EM NOSSA CIDADE , A QUASE 5 ANOS. HAVENDO VÁRIAS IRREGULARIDADES, PRINCIPALMENTE NO ANO DE 2007, QUE ERA PARA TER COMEÇADO NO MÊS DE OUTUBRO , VINDO A FUNCIONAR NO MÊS DE MAIO DE 2008.
FORA OS COODENADORES QUE COMEÇARAM ATRABALHAR MUITO ANTES,CADASTRANDO PROFESSORES E ALUNOS PARA PREENCHER AS TURMAS DESTE. QUANDO NOS INSCREVEMOS FOI OFERECIDO AOS ALFABETIZANDOS O CARTAO SMART CARD, E UM SORTEIO DE CESTAS BÁSICAS, TUDO ISSO FOI RETIRADO NA NOVA GESTÃO. UM ABSURDO! A EVASÃO DOS ALUNOS EM SALA DE AULA É MUITO GRANDE , PRINCIPALMENTE NESSE PROJETO QUE TRABALHA COM PESSOAS QUE DEIXARAM DE ESTUDAR PARA TRABALHAR OU PARA TOMAR CONTA DA CASA E DE SEUS FILHOS. UM INCENTIVO PARA ESTAREM EM SALA DE AULA JÁ É UM BOM COMEÇO PARA EXTERMINAR O ANALFABETISMO NA BAHIA . FALTA MUITO PARA ESSE PROJETO SE TORNAR "BOM", E A ÚNICA ALEGRIA DESSE PROJETO PARA OS ALFABETIZADORES ,NÃO É O DINHEIRO E SIM O PRAZER DE ENSINAR E A CARA DE FELICIDADE DOS ALFABETIZANDOS AO VEREM NÓS PROFESSORES TENDO UM COMPROMISSO COM ELES.
ADRIANA BARRETO-PEDAGOGIA SOCIAL
domingo, 15 de junho de 2008
O QUE É INTELIGÊNCIA EMOCIONAL?

Inteligência emocional é um conjunto específico de aptidões utilizadas no processamento e conhecimento das informações relacionadas à emoção. Na história da psicologia moderna o termo “inteligência emocional” expressa um estágio na evolução do pensamento humano: a capacidade de sentir, entender, controlar e modificar o estado emocional próprio ou de outra pessoa de forma organizada.
Na década de 30, o psicometrista Robert Thorndike, mencionou a possibilidade de que as pessoas pudessem ter "inteligência social" - uma habilidade de perceber estados internos, motivações e comportamentos de si próprio e dos outros e de agir de acordo com essa percepção. Em 1983, o professor Howard Gardner, da Universidade Harvard, em linhas gerais, traçou as sete formas de inteligência, no livro Estruturas da mente: Gardner propôs uma "inteligência intrapessoal" semelhante à atual conceituação de inteligência emocional.
Na década de 30, o psicometrista Robert Thorndike, mencionou a possibilidade de que as pessoas pudessem ter "inteligência social" - uma habilidade de perceber estados internos, motivações e comportamentos de si próprio e dos outros e de agir de acordo com essa percepção. Em 1983, o professor Howard Gardner, da Universidade Harvard, em linhas gerais, traçou as sete formas de inteligência, no livro Estruturas da mente: Gardner propôs uma "inteligência intrapessoal" semelhante à atual conceituação de inteligência emocional.
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